03/09/2008 16h33
DIÁRIO
Não sei bem o dia certo, mais ocorreu em
2004 o pior dia da minha vida, quando eu recebi a notí_
cia pelos médicos de que meu pai estava com câncer.
Nesse dia, para mim, foi como se o mundo
tivesse caído na minha cabeça, fiquei estática, sem
ação, sem ar e com vontade de chorar.
Tinha meu pai como uma pessoa saudável,
sem problemas, que nunca tinha ficado doente.
Mais aquela pessoa forte ficava também
sem ação e sem acreditar nessa situação de ter que
tomar vários remédios.
Aí se passaram 3 anos e esse sofrimento
acabou, porque seu corpo parou de sentir dor e se foi.
Mais eu sei que ele agora está bem e ilu-
minando a gente.
Publicado por Débora Neves Rocha em 03/09/2008 às 16h33
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