Vou rabiscando meus segredos. Com rimas mas com jeito. Cada palavra soa um som no seu ouvido. Ela pode ser alegre ou triste. Vou rabiscando a minha vida, e com a caneta vou dando um colorido mágico. Com traços e circulos, vou desenhando meu rosto. Rabisco sentimentos que floram junto com minha alma. Com ritmo, barulho e no silêncio da caneta, vai saindo versos e poesias. Elas podem surgir de dia ou a noite. Mas, as inspirações vem mesmo junto com a natureza.
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Débora Neves Rocha |
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Publicado em 13/03/2010 às 20h36